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4.06.2006 

A RELAÇÃO DOS GÉMEOS E OS MITOS DO COSTUME

Os gémeos estão no mínimo seis meses em contacto permanente, no mesmo espaço físico, separado, às vezes, por uma membranazita. Outras vezes não, não há lá nadinha, e estão mesmo só eles na grande banheira amniótica (muito mais raro). Sujeitos aos mesmos estímulos. Ninguém contesta que é uma relação muito especial, muito única e muito isto e aquilo, afinal aqueles dois sempre se conheceram juntos. Daí a ser paranormal, isso já depende. A mim perguntam-me muitas vezes se os meus filhos gostam de ser gémeos – tenho a certeza que eles nunca pensaram no assunto. Primeiro porque só têm cinco anos e estão bem mais interessados em digivoluções dos que nestes problemas existenciais, depois porque nunca existiram de outra maneira, nem se questionam sobre o assunto. Nunca me fizeram nenhuma pergunta relacionada, nunca me perguntaram porque é que fazem anos no mesmo dia e porque não em dias diferentes (apesar de já termos explicado por alto – uma vez até lhes disse que um era mais novo 10 minutos e passaram uns tempos a embirrar um com o outro, “Eu sou mais velho”, que jurei que não tocava mais no assunto). Até acho que só se lembram que são gémeos porque há sempre muita gente a relembrar isso ao longo do dia. Sei em que mitos estão, as minhas leitoras, a pensar. Naquela coisa da telepatia, dos pressentimentos, das doenças e das tristezas que um sente e o outro sente por arrasto. Noutro dia (para aí há dois anos) contava-me uma amiga que tem dois tios-avós gémeos (verdadeiros) separados por um oceano (um a viver em NY e outro cá em Portugal) que de vez em quando se telefonam porque têm pressentimentos e não sei quê e até costumam acertar. Já li que isto tem a ver com ondas cerebrais semelhantes (até havia uma comparação toda catita: é como as ondas de rádio. Os gémeos “estão sempre na mesma estação”)

Ah, encontrei:

“Um aspecto defendido por alguns estudiosos é que essa afinidade e sensibilidade entre gêmeos está particularmente ligada às atividades eletromagnéticas do cérebro. Elas agem como ondas de rádio FM e possuem uma freqüência particular, que pode ser registrada em exames de eletroencefalografia. Quando convivemos muito com determinada pessoa, essas frequências tendem a se ajustar e a ficar cada vez mais conectadas – é como se estivéssemos sintonizados na mesma estação de rádio. Agora imagine gêmeos, que viveram no mesmo espaço por vários meses como se fossem um só organismo, aprendendo a se adaptar ao outro e recebendo os mesmos estímulos.”

Pois. Eu explico isto de outra maneira porque não estou, sinceramente, à espera que dois gémeos, por mais verdadeiros que sejam, a viverem separados por um Atlanticozito tenham ondas cerebrais semelhantes e estejam na mesma estação ou o que quer que seja que os faça lembrar-se do outro. Explico que, muito provavelmente, nestes casos o que acontece é que o gémeo se sente mal (ele próprio) e a relação afectiva intensa que se cria entre gémeos (vou só reforçar que DISSO NINGUÉM DUVIDA) faz com que um gémeo se lembre imediatamente do outro, em situações em que não se sinta lá muito bem. Sim, há uma relação de protecção, empatia, uma certa química, talvez. Mas não tenho nenhuma história fantástica para contar. Os meus filhos ficam os dois doentes porque andam colados um ao outro (mesmo que à estalada e aos puxões de cabelo) e toda a gente sabe que estas doenças das crianças são altamente contagiosas. Portanto é muito raro ter só um doente. Se tenho só um, é óbvio que outro também anda chatinho e, sim, às vezes aparecem as tais doenças psicossomáticas. Mas mesmo isso explico com a tal relação afectiva – os gémeos conhecem-se muito bem. Quando um se magoa e faz uma ferida feia num joelho, o outro não se agarra ao joelho a dizer que também dói. Ou se se agarra, é fita. Acontece muitas vezes é não gostarem de ver que o outro está a chorar, e choram também numa espécie de solidariedade misturada com um “tu estás aí a ser o centro das atenções e a mim não me ligam nenhuma”. Acredito que sintam que o outro está sofrer, mas não por comunicações telepáticas. E isto não é só com os meus, porque até entre irmãos (não gémeos) se passa. Claro que, quando um faz birra, o mais provável é ter duas birras. Mas não é porque a um lhe apeteceu e o raio das ondas cerebrais fizeram com que o segundo embirrasse também. Ou pelo menos não vejo as coisas assim. É muito fácil ficarmos mal-dispostos quando temos ao nosso lado alguém que não pára os berros e esperneia furioso. Principalmente alguém com quem convivemos diariamente e que estamos habituados a ver ligeiramente mais bem-disposto. E a isso assistimos nós todos os dias. Portanto, sim, preparem-se para duas birras, embora, na minha opinião pessoal (passo o pleonasmo, mas é para reforçar a coisa) não ao estilo telepático. E muitas vezes tenho um a fazer birra e o outro a reprová-la – o que acaba por dar um jeitão (a opinião do outro é sempre muito importante). Não nego é que existe, de facto, uma relação muito forte e se calhar diferente das outras relações entre irmãos (e eu, tenho termos de comparação – verifico, por vezes, isso). A situação, também ela é, claramente, diferente. Mas até pode nem ser – é preciso que sejam criadas algumas condições para isso, como em todas as relações. [E portanto não quer dizer, Ana A, que os gémeos tenham que ser absolutamente inseparáveis. Mas isso é como qualquer relação entre irmãos. O que se deseja é que sejam amigos para a vida, mas a vida há-de encarregar-se, ou não, disso. Lá por serem gémeos, não quer dizer que se dêem assim tão bem. Também concordo que esse mito* do unha-e-carne, está um bocado implantado, como aliás, muitas outras coisas referentes aos gémeos e que poucas vezes correspondem à verdade. Mas é muito provavelmente que estabeleçam essa relação. São dois miúdos, da mesma idade, com os mesmos interesses (às vezes com a mesma informação genética) a viverem sempre juntos (suponha-se) e em fases muito importantes (para além da vida in útero!) na criação de laços afectivos. Acho que se fomentada é provável que se estabeleça uma ligação muito especial. Há, no entanto, muitas coisas que a influenciam – se por exemplo os gémeos se desenvolvem em ambientes diferentes (separados, portanto), cada vez mais as diferenças e interesses distintos serão evidentes o que pode significar um afastamento (provou-se que apenas 50% da personalidade depende das influências genéticas, o resto é ambiental). Não espero, por isso, que os meus filhos quando se casarem continuem inseparáveis e tenham que se ver todos os dias – apesar de já ter lido histórias americanas, claro, absolutamente hilariantes. (Do que tenho vindo a pesquisar sobre gémeos, ao longo destes anos, acho que se isso – incapacidade de viver sem o outro - acontece haverá por trás um problema de definição de personalidade individual – mas isto sou eu e a minha psicologia caseira.)] O facto é que nada está provado neste sentido (a tal percepção extra-sensorial) e as pesquisas que já foram feitas descartam, para já, essa possibilidade. Mas também não é possível dizer que não existe, entre eles, esta forma de comunicação! Às vezes, até entre uma mãe e um filho se verificam estas coisas (embora nos filmes e nas telenovelas, seja bem mais frequente). Algumas evidências empíricas mostram isso mesmo: gémeos que completam as frases um do outro, comportamentos do irmão que são capazes de prever, linguagem especial e et cetera. Não deixa de ser muito interessante. Eu espero para ver e, qualquer dia, pergunto-lhes. Em todo caso, há coisas interessantes (lá em casa), como o facto de haver determinadas expressões que utilizam para denominar um objecto comum, com um nome normalíssimo.

Assim, como assim, e eu tenho em casa um exemplo disso, é frequente os gémeos durante os primeiros tempos de infância (eu ainda só me posso referir aos primeiros cinco – embora tenha uma certa curiosidade pela adolescência) serem inseparáveis e não viverem um sem o outro. Note-se que inseparáveis nunca significou só beijinhos e abraços e festinhas e miminhos de um dueto muito amigo e harmonioso. E ainda bem que não é assim. Inseparáveis também significa “quanto mais me bates, mais eu gosto de ti e o vice-versa também é válido”. Pontapés, lutas de almofadas, competições renhidas também são o prato forte. Não gosto de me meter porque parece-me que devem saber resolvê-los sozinhos. E é muito provável que no minuto a seguir já estejam a trocar cromos do Harry Potter (intercalando com mais uns beliscões). É mesmo assim. E eu gosto (com uns certos limites, claro). Muito engraçado é também o facto de eles passarem a vida às guerrinhas (deve ser da idade) e ralharem até um com o outro mas ai de alguém que pregue um raspanete a um deles, porque “um pelos os dois, os dois por um”, quem se mete com um leva logo com o outro em cima. (“Ó mãe, JÁ TE DISSE QUE ELE NÃO FEZ NA-DI-NHA!) Não se pense que isto é sempre assim, logo depois do nascimento. Algumas pesquisas revelam que os gémeos bebés, juntos, sentem-se mais protegidos e a isso eu assisti. Eles dormiram no mesmo berço nos primeiros meses e até termos tido essa ideia, os sonos eram mais agitados. Mas fora isso, nada mais posso contar sobre os primeiros tempos. Notava que eles se conheciam um ao outro (não se estranhavam), mas até aparecer aquela interacção porque todos os pais anseiam, ainda se passaram uns mesitos. Não notava, portanto, que eles eram inseparáveis com dois meses: crianças de dois meses ainda não têm esse tipo de percepções, nem sequer são capazes de ter uma imagem mental do outro. Quando se começam a sentar, a ver o mundo com outras perspectivas, o caso muda de figura e é, sem dúvida, muito giro. Os meus passavam imenso tempo nas espreguiçadeiras, a rir, a fazer aqueles sons imperceptíveis a que todas as mães acham um piadão (Eu achava!), os dois. E mais tarde, a coisa piora (ou melhora). Quando começam a andar é certo que correm para o mesmo lado (assim é mais fácil apanhá-los), formam equipa nas asneiradas, têm que experimentar tudo o que o outro experimente e, no meu caso, faziam (fazem) quase tudo ao mesmo tempo (houve uma altura que um espirrava, e o outro respondia), arranjam os tais esquemas de linguagem, a política é “NÓS OS DOIS”.

Aqui, muito importante, é o papel dos pais na ajuda da construção do “eu” de cada um. É certo que é uma graça vê-los tão amigos a partilharem tudo (até palmadas) mas é necessário que os gémeos percebam que não são “o mesmo”, não são “os gémeos”, nem “os dois”. São “um” e mais “outro diferente do um”. (Para a próxima escrevo sobre esse papel dos pais.)

Ainda voltando ao assunto dos mitos, defendo, sim, que a relação de que aqui se fala é muito especial e que existe, talvez, uma percepção afinadinha, mas baseada numa ligação muito forte e num conhecimento mútuo (eu sirvo-me algumas vezes dele “o que é que se passa com o mano?”) que começa na barriga e se prolonga, se for fomentada e é essa que explica tudo. Mas isto, só um gémeo poderá garantir. Importa só referir que não se deve enfatizar muito esta relação, nem levar a coisa ao exagero tipo “os gémeos têm sexto sentido, que máximo, são pessoas diferentes” porque muitos há que nunca sentiram nadinha de nada e até podem vir a achar que algo não bate certo com eles (“então mas que é isto, somos gémeos e eu não tenho pressentimentos?”)


* Sei que esta coisa dos mitos é do teu departamento: mas nesta área há tantos e tantos. Posso ser tua colaboradora especializada? :D

[Reforço que esta é uma opinião pessoal baseada na minha experiência. Eles também ainda só têm cinco anos. Talvez lá para a frente, eu mude de ideias. Pelo facto de lhes chamar “mitos”, parece que já estou a desmenti-los. Mas não – não nego que existam! (Não me vem é uma palavra melhor) Como de costume, façam favor de partilhar os vossos pontos de vista (até com outras experiências) porque este assunto presta-se a essa troca de ideias. E é muito interessante, não acham?]

Hehe, quando disseste que ia ser denso nunca pensei que fosse tãooooo extenso!... e interessante!

Eu ainda estou no início da estrada, não tenho como concordar ou contestar! Daqui a uns anos falamos! :)

(se calhar exagerei um bocadinho... :D)

Vamos formar um clube? As desmistificadoras-mor?

Eu passo o tempo todo a acabar frases q alguém começou. Terei alguma gémea perdida por aí e fomos separadas à nascença?

Não tendo experiência neste campo (com mta pena da mamãe - a minha - que eu gosto mais de 1+1+1) também acho que se enfatiza demasiado essa coisa. É normal que crianças que estão juntas a maior parte do tempo sintam as dores uma da outra.

Eu alinho, Flores. Tu ficas minha superiora hierárquica e eu sou tua assistente. Mantenho-me nesta área dos gémeos - Desmitificadora Oficial da Área dos Gémeos - enquanto tu controlas a Desmitificação Geral. Que tal?
Ai tu acabas as frases dos outros? (pausa para o diagnóstico) O teu caso indica claramente que tens por aí uma gémea perdida. Eu atrevo-me a dizer: várias gémeas perdidas por aí.

Agora a sério, também acho isto tudo uma grandessíssimo exagero, mas quem eu sou eu? É o que eu digo: para lá do paranormal não me convencem. :D E no fundo, há uma explicação racional para isto tudo que passa exactamente pelo contacto permanente dos gémeos.

"para lá do normal", claro :)

Pois eu, não vivendo essa experiência, acho que tens razão.

Sabes, nunca me tinha ocorrido este tema!... Também o considero um mito, e acho que cada qual é como é, e nada de 'clonagens psicológicas'.
Quanto à pergunta que me fizeste, o carrinho, ainda andamos inclinados para o da Gracco. Fui ver o novo da Chicco, mas descobri que afinal não é para gémeos, como é publicitado, mas sim para irmãos muito próximos, em que um poderá ser um bebé de dias ou meses e o outro já com anos! Informação dada na loja por uma assistente, que me recomedou ir à loja do lado, da Prénatal! Só leva um encaixe de cadeira auto, o que me condicionava a saída para só um gémeo... Pois...

Então não serve! Esse da Chicco é recente porque a Chicco nunca teve carrinhos de gémeos...Mas deve dar é para gemeos mais velhos.

Francisca, tá feito. mas nada de coordenadoras e assistentes q eu cá gosto de paridades.

Oi

então aqui fica....
Tens toda a razão, é um absurdo os disparates que ouvimos...há com cada um.

Têm uma relação especial, pois claro que têm, pudera têm a mesma idade, os mesmo interesses, estão sempre juntos...

E digo mais, na maioria das vezes se não fossem algumas criaturas menos esclarecidas nem eu nem os meus filhos nos lembravamos que existem gémeos no nosso doce lar.

Belo texto, não podia estar mais de acordo.

Fico à espera do "papal dos pais"

Beijos
Fátima, Rodrigo e Gonçalo

Fico à espera do texto "sobre o papel dos pais"

De gémeos não sei muito, mas sei que a "telepatia cultural" que partilho com o meu irmão (16 meses mais velho) tem uma causa muito simples: fomos criados juntos, fomos os irmãos mais próximos um do outro (já que as minhas irmãs mais velhas têm mais 5 e 6 anos) e fomos companheiros em tudo, até na pancada. ;)
Chamo-lhe "telepatia cultural" porque são coisas como uma certa imagem ou situação que nos lembra a mesma coisa, a mesma experiência de vida e sabemo-lo instintivamente, sem necessidade de perguntar. Até fazemos o jogo do "Em que é que estás a pensar? - No mesmo que tu, tu sabes o que é".
Depois há sempre pequenas coisas inexplicáveis, como pensarmos na mesma palavra, mas acho que isso são só coincidências. Aliás, tenho a certeza absoluta que não estamos no mesmo comprimento de onda, em termos cerebrais, somos incrivelmente distintos na personalidade.
Uff, já chega!
Gosto muito de te ler, és engraçadíssima e abordas os assuntos de uma maneira sempre interessante, parabéns!
*

pressentimentos há muita gente que tem (ou que diz que tem) sem ser gémea de ninguém!!!

agora a sério, não sei, também não tenho experiência no campo, mas acho que tens toda a razão, eles têm uma relação especial porque sempre viveram um com o outro, não têm a experiência do que é ser filho único.

é claro que os mais novos também não, mas é diferente, porque quando bebés foram sempre os únicos bebés. Os gémeos não, vieram ao mundo logo com tudo a dobrar... se é que me faço entender...

adoro os teus textos!

Meninas, obrigada pelos elogios - quando estiver com problemas de auto-estima venho cá escrever qualquer coisa :D

O Dinis e o Manel são os nossos filhos mais novos e separam-nos 15 meses - um tem 7 e o outro 8 anos. Não vivem um sem o outro e tanto brigam e discutem como se abraçam e defendem. Partilham quarto, roupa, pais, irmãos, animais de estimação e tudo o resto mas têm interesses completamente distintos e respeitam e admiram muito o que o outro faz, sentem-se lisonjeados com os sucessos do mano e choram e dão-lhe alento nas suas "desgraças". O mano mais velho tem 17 anos e é igualmente admirado, espicaçado, abraçado, gozado, mas sobretudo amado. Acho que isto é que é ser irmão, independentemente se são ou não gémeos. Mas quem sou eu para achar, - sou filha única ... são.

Vá lá, D. Francisca, toca lá a escrever outro texto que a je aqui está sempre desejosa de aprender mais alguma coisa com quem vai mais à frente na 'estrada gemelar'! :)

Donalda :D, já estou a escrever - mas desta vez não sei se vais aprender muitas coisas novas, que também já não és nada novata no assunto :)

Da experiência que tenho com as minhas filhas, concordo plenamente contigo em tudo.
Mas veremos daqui a uns anos se a minha opinião se mantém.

acho que concordo contigo no essencial, penso dá mais é se não um conhecimento profundo um do outro que não se passa muitas vezes, por vezes vivemos com muita gente mas não os conhecemos verdadeiramente.
Os gémeos tem isso de bom, conhecem-se em todas e nas mais primordias situações por isso existe uma cumplicidade tamanha que explica grande parte das coisas!
esta é a minha humilde opinião, claro!
nunca aqui tinha vindo, mas gostei imenso.
vou voltando!!!
bjs

tu és sempre assim??? "palavrosa, intensa e assertiva"????
:D
mais uma pro ego. sem graxas. gostei mm.

(sugestão: dividir informação em vários posts... dosear por dias… sempre ficávamos menos tempo sem te ler ;))

"palavrosa, intensa e assertiva"???? sim, às vezes sou um bocado convencida. :D

quanto à sugestão, estarás por ventura a insinuar que escrevo demasiado? ;))

(já estou a escrever o próximo - este tempo de espera também é estratégico, assim as mães vêm cá, lêem um paragrafozito e pronto. e mais um, no dia seguinte (and so on) e vão digerindo a coisa, que isto vale como "refeição pesada" :D - ó para mim a justificar a falta de tempo e, às vezes, paciência)

confirmo:
"palavrosa, intensa, assertiva e ... estratégica" :PP

um must. dizes-me q és do FCP e eu nunca mais te largo ehehehh

(respostinha do outro lado ;))

Ahhhhh!!! Ainda bem que voltaste!!! Vim cá há uns tempos. Adorei o blog. Li, li e li ainda mais. Houve coisas nas quais fiquei a pensar para comentar mais tarde com pés e cabeça e depois perdi-te... (isso tb me aconteceu com outro blog, mas esse ainda continua desaparecido :( ). Agora não te vou perder!!! Humpf!!! O teu link já está no doc para actualizar o modelo!!! Beijos grandes

PS: Sobre este teu post. Há casos de facto em que a relação é estranha ao ponto de ser intrigante. Caso de duas gémeas "do mesmo saco" que conheço: a viverem em cidades diferentes conheceram os actuais maridos na mesma semana e só depois o descobriram... uma engravidou e ainda não sabia que estava grávida qd a outra tb engravidou (nenhuma andava a fazer por isso...); uma vai ao cabeleireiro para ficar diferente da outra e qd se encontram têm o cabelo igual (a outra teve a mesma ideia e no mesmo dia e fez exactamente a mesma coisa pq queria ficar diferente hehehe); uma cai à cama e a outra sem saber de nada tb cai... Os maridos já combinaram: "qd a tua sair de casa com o cartão de crédito, liga-me logo que eu tranco a porta" LOLLLL

Carla Repolhita,
Qual outro blog? Aquele pré-histórico, de há muito tempo? Já andavas cá nessa altura? ;)

Muito engraçado, isso que contas. Também há a célebre história dos dois americanos separados à nascença, criados por famílias diferentes que foram os dois bombeiros, casaram com mulheres com o mesmo nome e puseram o mesmo nome aos filhos. E no fim disso tudo, "conheceram-se" (finalmente) e também acharam isso muito giro, como nós :) Coincidências? Telepatias? Eles lá sabem...

A propósito, o que é que essas duas gémeas pensam do assunto?!

(pergunta, pergunta. e depois diz!)

Nova tentativa: ontem escrevi, escrevi, escrevi e foi-se tudo... enganei-me no botão dahhh

1º o blog que eu perdi não tinha nada a ver contigo... era outro muito fixe que adorei ler e nunca mais o apanhei :(

2º Elas vêem isto como a coisa mais normal do mundo. Afinal de contas sempre foi assim. Se uma se corta a descascar batatas, a outra no mm dia, mm que não toque em facas, corta-se tb nem que seja em papel... São coisas minúsculas e diárias. Acho que o pessoal que as rodeia é que passa a vida de cabelos em pé LOL

Beijos.

pois!!! eu respondi ontem!!! o blogger tá louco de pedra!!! beijos

ROSETAS??????????????''

ola amiga
e pela primeira vez que venho aqui ao teu blog ,eu sou a sonia e estou gravida de gemeos ,vem ai um casal ,estou de 26 semanitas ,espero que depois possas passar la no meu cantinho ta ?
jinhos grandes

E um textinho novo, hã? :P

Já nem vou dizer que está quase que é para não ficar mal vista. O "um dia destes" talvez não me comprometa tanto...

Bem,...até concordo contigo na maior parte das coisas..., mas não é nada certo que correm as duas (no meu caso) para o mesmo lado... é mesmo certo é que cada uma corria para o seu!!!E olha que não tem graça nenhuma decidir qual se vai apanhar primeiro,... por isso (e desculpem lá os que acharem um absurdo) quando saía á rua com elas era com uma trela de mão para cada uma...!!!

Sofia, também me acontecia e já escrevi isso algures. Mas lembro-me do contrário, também!

Ola desaparecida!!!
No último fim de semana deste mês (24 ou 25) vamos fazer um piquenique "de gémeos"em Monsanto. Alinha?
Bjs

Very nice site!
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